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Max Payne 3 deve custar US$ 105 milhões aos cofres da Rockstar, diz analista

Empresa foi ousada e investiu alto no terceiro game da franquia.



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(Fonte da imagem: Reprodução / Max Payne 3)
Max Payne 3 deve representar um rombo considerável nos cofres da Rockstar. De quanto exatamente? Segundo um analista da Sterne Agee, o montante deve chagar a US$ 105 milhões (aproximadamente R$ 175 milhões). Arvin Bhatia chegou ao valor com base no tempo que o desenvolvimento do título deve tomar até sua conclusão.
Se as estimativas estiverem corretas, o título terá que vender 4 milhões de unidades, a fim de equiparar as coisas. A previsão foi construída também com base no desempenho dos dois títulos anteriores da franquia, que venderam 7 milhões de unidades juntos. “Max Payne 3 tem um potencial maior para o sucesso do que suas duas versões anteriores”, afirmou Bhatia ao site IndustryGamers.
Dessa forma, o analista considera que a meta de 4 milhões de unidades pode ser facilmente alcançada, em razão da “alta antecipação e do potencial para surpreender”. De acordo com o que foi confirmado recentemente, Max Payne 3 deve dar as caras em março do ano que vem. Para mais projeções e verbas astronômicas, fique ligado no Baixaki Jogos.

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Antigos Digimons De Volta a Série





Depois do anúncio de que Digimon teria sido renovado após uma temporada de um ano, fato inédito na franquia, uma nova notícia animou todos os fãs. Segundo a Newtype, a nova temporada terá a participação dos personagens antigos da série.
Embora não tenham revelado os personagens, os fãs podem se animar ao ver os rostos já conhecidos participando dessa nova fase de Digimon X-ros Wars.
Infelizmente, essa série não tem previsão de estreia no Brasil.

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Nintendo abre a Tokyo Game Show com coletiva especial sobre o 3DS

Funcionalidades, novo modelo do aparelho e muitos lançamentos anunciados.




A Nintendo realizou um evento pré-TGS dedicado quase que exclusivamente ao 3DS. A coletiva começou a meia-noite de hoje, dia 13 de setembro, e trouxe o anúncio oficial de uma nova edição do portátil (na cor rosa) e do lançamento de Monster Hunter 4 e Fire Emblem.

Fala Iwata

O foco da coletiva foi o Nintendo 3DS, suas funcionalidades e catálogo de lançamentos, mas ainda houve tempo para algumas novidades do Nintendo Wii e um grande destaque para Legend of Zelda: Skyward Sword. Satoru Iwata, presidente da Nintendo, subiu ao palco para entregar alguns detalhes das produções que estão por vir e confirmou o desenvolvimento de vários títulos de peso.
Entre os nomes mais importantes que chegarão ao Nintendo Wii estavam os dos já conhecidos: Dragon Quest X, Just Dance Wii e Go Vacation. A surpresa ficou por conta da revelação de novos jogos das franquias Kirby, Dragon Quest (uma coletânea de minijogos) e Pokémon — PokéPark 2: Beyond the World —, sem contar um projeto da Namco Bandai envolvendo tambores Taiko (instrumento de percussão típico do folclore japonês).
Satoru Iwata também aproveitou para

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Harpa, Lira e Banetnash




Muitos fãs assistiram incrédulos a presença de 3 personagens diferentes, porém com curiosas semelhanças físicas e psicológicas na epopeia de Saint Seiya. Incoerência que, qualquer fã que se aprecie disso, poderia recusar aos criadores dessa serie de Mangá/Anime, e que demonstra uma vez mais que nem Kurumada nem a TOEI se puseram de acordo em entrarem num consenso ou planificar determinadamente um roteiro e uma lista de personagens única para Saint Seiya. Cada um colocou algo de sua imaginação, e isso sem ter consciência de sua repercussão no núcleo da história, e Orfeu de Lira é um claro exemplo disso. Um personagem confuso, fruto das incoerências e paralelismos do Mangá, da série da TV e dos filmes do Anime, que merece uma análise a parte. Vejamo-lo.
Kurumada se inspirou no personagem mitológico de Orfeu e o decorou com "consciência" própria. No mangá a saga referente à Hades, entram em cena Orfeu e sua amada Eurídice. E é que sua triste história, obviamente, merecia aparecer na Saga dedicada ao Reino de Hades (Meikai), pois Orfeu e Eurídice protagonizam uma das lendas de amor mais comoventes de toda mitologia, não só clássica, senão universal, como a de Eros e Psique.

Nos volumes do manga referente a saga de Hades, Kurumada faz entrar em cena o personagem de Orfeu e de sua amada Eurídice. Respeitando a versão mitológica, Kurumada introduz algumas mudanças: o Orfeu que aparece na Saga de Hades vem a ser considerado um cavaleiro de Athena, aparentemente um cavaleiro de prata lendário que leva a armadura da constelação de Lira, porém com um poder incrivelmente similar ao dos cavaleiros de ouro, pois atingiu o 7º sentido. A perda de Eurídice não foi à causa de sua desatenção, e sim o engano de Pandora e do espectro Pharao, que lhe fizeram crer que tinham atingido a saída imitando a luz do sol com o reflexo de um espelho. Queriam mantê-lo no Hades por seus apreciados poderes musicais. Apesar de todo o seu erro e enganado desde tempos mitológicos, o jovem decidiu não voltar a Terra e passar a eternidade no Hades, regressando ao mundo dos mortos junto a sua amada Eurídice, cujo corpo foi transformado em pedra, tocando a lira para ela eternamente e fazendo-lhe companhia em um jardim de flores. Pandora lhe propôs que servisse a Hades até que o deus decidisse romper o encantamento. Regularmente Orfeu entrava na Giudecca e tocava sua lira ante o deus Hades, Pandora e os 3 juízes: Minos, Aiacos e Radamanthys.

A criação do personagem de Orfeu

Orfeu é um dos casos raros em que o Anime influenciou o Mangá e não vice-versa. Cronologicamente, o primeiro OVA "Saint Seiya Gekijôban" (Éris San): O Filme - "A lenda da maçã dourada" (Éris, a deusa da discórdia) (45 min), estreou no Japão em 18 de julho de 1987. Depois veio o segundo OVA "A ardente batalha dos deuses" (Asgard) estreado no dia 12 de março de 1988, que de fato inspira à Saga de Asgard "Deuses Nórdicos" para TV (Episódios 74 ao 99) que foi transmitido no Japão em 23 de abril de 1988, elaborada e realizada para permitir Kurumada avançar com o Mangá, cujo trabalho era mais lento que o de Araki e companhia, e que estava a ponto de ser alcançado pelo anime. 

A originalidade deste cavaleiro de prata é evidente. Utiliza um instrumento musical como arma, circunstância que lhe dá um carisma especial. Quando o primeiro OVA foi realizado, Kurumada estava desenhando o início da série de Poseidon para o Mangá, e ainda estava muito longe de conceber a série de Hades e o personagem de Orfeu. É correto e coerente afirmar que Mime e o Orfeu do OVA não foram inspirados no Orfeu da Saga de Hades e sim o inverso, ainda que saibamos que Kurumada participou no desenho dos personagens do OVA de Éris, e seguramente já tinha em mente a aparição do mítico Orfeu na Saga Tenkai. Seguramente ao usar então Orfeu como espectro maléfico (Guerreiro Fantasma de Éris), delicado, porém com uma alma corrompida, se viram obrigados a lhe dar um aspecto mais triste e menos favorecido que ao belo jovem do Hades, assim como um poder menos impressionante. A muitos fãs surpreendeu a misteriosa cobra branca envolvida nas cordas da lira que aparece na aura do Orfeu do OVA, e é que da mitologia grega sabemos que Eurídice foi mordida por uma serpente, e que a lira foi criada a partir de um casco de tartaruga. Porém, além disso, na mitologia japonesa, existem as chamadas "quatro feras sagradas", que guardam cada uma um ponto cardeal. A fera guardiã do Norte, chamada Genmu, é uma tartaruga entrelaçada com uma serpente...
Na dublagem espanhola do OVA Orfeu foi chamado erroneamente "de Cobra" e não "de Lira", porque na versão original, tal como consta em sua ficha, é "Orfeu de Lira". Certamente a Shingo Araki e Michi Himeno lhes atraiu esse original personagem, de aspecto romântico, cujo atraente era que usava música como arma, para criar um dos guerreiros deuses da Saga de Asgard, Mime Deus Guerreiro de Eta ou Benetona, lembrando o "modelo" utilizado para a elaboração de Orfeu no primeiro longa-metragem da série

Orfeu do OVA vs Orfeu da Saga de Hades

O aspecto e armadura do Orfeu da saga de Hades se parecem muitíssimo a seu homônimo cavaleiro do primeiro OVA (filme de Éris), pra não dizer que são idênticos. Esteticamente ambos possuem um físico equivalente, o mesmo corte de cabelo, ainda que mude a cor, azul escuro no OVA e azul claro na saga de hades. A cor das armaduras também varia, é azul escuro no OVA e mais claro, que azul celeste ou branco.



Orfeu do OVA + Orfeu da Saga de Hades vs Mime de Banetnash

Se a Cloth (armadura dos cavaleiros de Athena) de Lira e a God Robe (armadura dos guerreiro deuses) de Eta são facilmente diferenciáveis (uma representa uma lira e a outra mais bem uma harpa), não podemos deixar de apreciar várias influências flagrantes entre Mime e "os Orfeus", como o elmo, praticamente idêntico. Assim mesmo, o caráter do Orfeu da Saga de Hades quando é obrigado a aceitar a morte de Eurídice, se assemelha muito a aquele melancólico, triste e filosófico do guerreiro divino Mime, que é obrigado, por sua parte, aceitar o afeto que seu pai adotivo Folken demonstrou por ele.


Temos que lembrar também que os golpes secretos de ambos Orfeus são idênticos aos de Mime. Todos eles usam a música como hipnótica e compartilham uma técnica idêntica, que utilizam com o mesmo tema musical de fundo, a chamada "Stringer Requiem" (Réquiem de Cordas). As cordas de suas liras são uma perfeita ferramenta para capturar, sangrar e matar a seus inimigos. Vale a pena lembrar que seus combates (no OVA e série de TV) foram contra Shun e Ikki, e tiveram um desfecho parecido.
Lembramos também que é o mesmo Seiyuu (dublador), Mitsuya Yûji, quem faz as vozes dos dois personagens do Anime.Quaisquer que sejam suas origens comuns, Orfeu é reconhecido por muitos como um dos personagens mais carismáticos da Saga de Hades, suas lágrimas, o fato de não aceitar a morte de Eurídice, confirmando uma vez mais, se ainda fizesse falta, a grandeza de Kurumada como roteirista baseando-se no célebre mito grego.

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Velharias que marcaram época

Quem aqui da epoca 80/2005 ( oitenta à dois mil e cinco) nunca lutou pra conseguir completar a coleção de brinquedos que vinha na pitchulinha do guaraná? Ou que comia vários Elma Chips pra conseguir todas as partes do corpo humano? Que brincava com os bonecos dos power ranger, sempre imaginando estar dentro de um megazord.... Saudades né?

Pois é.
Vamos relembrar entao essas maravilhas que hoje em dia para os atuais kids nao passam de velharias.

Quem é esse pokemon??

Sim, sim. Para os que não sabiam que as pokebolas já existiram no nosso mundo, e que já tivemos a chance de ter todos os pokémons, um dia nesse pequeno mundo que vivemos hoje os pokémons foram os "habitantes" mais disputados entre varias crianças no Brasil. O guaraná trazia uma Pokébola amassetada na ponta da garrafa, e nela vinha um Pokémon sortido da primeira ou da segunda geração. Eram 40 miniaturas ao todo, e também era possível colecionar os rótulos, no total 5 estampas diferentes: Pikachu, Charmander, Squirtle, Meowth e Caterpie. Sim, Caterpie… #lol. E suavamos pra capturar alguns deles, vejam aí:






Brincadeirinha hehehe. (666




Power rangers - Morfar -

Eu vibrava no sofá vendo aqueles flashs coloridos se unido virando um robô enorme ( Megazord) na televisão, Achava tudo aquilo incrivel. Quando ia pra rua brincava com meus amigos de power ranger e sempre era o vermelho hehehe. Mas pulando essa parte e voltando ao assunto. Outro brinquedo febre na epoca era os powers rangers(principalmente os piratas) faziam um sucesso enorme entre os jovens. Praticamente todo mundo tinha algum daqueles bonecos que "trocavam de cabeça" quando se apertava um botão da cintura, tentando simular de certa maneira o "morfar" que os heróis da TV faziam.




Alguem viu um nariz que caiu no chão aí?

Não, não estou falando do falecido Michael Jackson não. Estou falando de um nariz mesmo que vinha no salgadinho da elma chips, tal conhecido na epoca como susto partes. Nariz, lingua, labios, orelhas, dedão do pé entre outras partes vinham dentro do salgadinho, eram nojentos mas porém bastante divertidos.



Os cavaleiros do zodiaco

Um clássico dos animes, uma das obras japonesas mais consagrada até hoje em dia, são os cavaleiros do zodiaco que marcaram a infancia daqueles que assistiam a TV Manchete (atual rede tv), repleta de animes que hoje em dia a maioria estão extintos da tv, uma emissora que ficará para sempre em nossa memoria. Os bonecos ainda podem ser encontrados em lojas de animes e eventos japoneses (kodama por exemplo), foram um grande sucesso tambem como bonecos. Vejam:




Enfins, chega de saudades por hoje.
Esse foi um momento flash back para nós hoje visitantes do mundo Mekyo.
Espero que tenham gostado e até a proxima " Velharias que marcaram época"

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As cavaleiras do Zodiaco

Isso mesmo, você não leu errado não, eu disse " As cavaleiras do zodiaco" mesmo.
Nunca imaginou como seriam os cavaleiros se eles fossem garotas? Seya, Hyoga, Ikki, Shun, Mu, Aldebaran, entre outros fosses substituido por belas garotas. Dêem só uma olhada como poderiam ser eles elas:

















Viu como seriam? Show de bola né?
Agora uma pergunta me deixa inquieto, como seria athena homem? Concorda comigo?

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Semelhanças entre animes


Você alguma vez já parou para analisar que todos os animes sempre tem algo semelhante com o outro? Não estou te dizendo só a história nao, mas sim contextos dentro deles. NÃO? Então de uma olhadinha nessas que vou te contar:

• Os vilões fazem maldades por motivos idiotas e sem sentido.

• Sempre tem fofuras, mesmo que o anime seja de robôs gigantes ou de pancadaria.
• As músicas de abertura são sempre animadas e os encerramentos são sempre com uma música melosa e romântica (ou apenas melosa).

• O personagem principal não parece gay... Isso mesmo, não parece.

• Os personagens tem cabelo colorido e alguns contradizem as Leis da Física.

• Apesar de todas as estórias se passarem no Japão, são comuns pessoas de todas as raças, cores e culturas. Não é novidade ver um negão rastafári com uma guitarra baiana fazendo barulho nas ruas de Sapporo ou então cheerleaders louras oxigenadas animando uma emocionante partida de sumô.

• Quando chove os personagens não saem correndo em direção a uma cobertura, para se protegerem, pelo contrário, desejam que peguem uma Gripe.

• Há cenas de comédia em todo e qualquer animê.

• Se for um anime para garotos há várias garotas para cada um escolher a que combina melhor com sua tara, se for para mulher há vários homens para o mesmo propósito... E há também um gay para ser amigo da personagem principal.

• As lutas tem mais falatório do que porrada. Dizem que para cada soco são necessárias 234 palavras, o que faz as lutas parecerem mais uma conversa entre amigos ou uma consulta médica:

• Não importa o tipo de treinamento ele sempre tem que ser mortal

• você assistiu 100.000.000.000 episódios, ótimo, lá só se passou 10 minutos.

• as técnicas secretas sempre são ditas assim...
"você vai usar o...","aquela posição é...","nossa, é o..." depois de 10 eps você vê o que é.

• Um cara da um tiro de canhão, ai sai pra cena de outros caras, 11 anos depois volta à cena antiga, à bala agora que vai chegar.

• O bonzinho nunca morre, morreu, ressucita depois, vejam sonic the hedgehog 2006, ele morre, um nível depois tá lá lutando contra Iblis.

• Muuuuuuuitos episódios, sendo a grande maioria fillers.

• Todos tem um passado sombrio e tenebroso.

•As garotas são lindas, todas elas.

• Os garotos também

• Você fica com inveja da vida dos principais.

• Cada episódio de anime deve ter mais ou menos 20% de flashback, 20% do protagonista pensando, 20% de falatório, 10% de piadinha, 25% de perda de tempo e 5% de luta cortada pelo falatório de 20%.

• Se o herói lança um ataque contra o vilão num final de episódio, o golpe só atingirá o vilão 17 episódios depois! Pois passaram todo esse tempo com assuntos menos importantes(será que é tão difícil mostrar algo com menos de 10 segundos?)

• Por mais que o personagem evolua, sempre vai ter um vilão foda que o derrota e faz o herói treinar como louco de novo

• Sempre, eu digo, sempre que o vilão consegue prender um personagem principal em uma armadilha mortal, que mataria ele em apenas 10 segundos, o vilão explica todo o plano dele (geralmente de conquistar o mundo ou o universo) que é o exato tempo do personagem principal escapar e deter esse tal plano.

Enfins, sendo igual ou não sabemos de uma coisa, ANIME É COISA DE LOUCO!!

Sayonara!!

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Divirta-se Clicando e Brincando

Para iniciar o ano de 2011 (já iniciou faz tempo Modoki) estou colocando algumas brincadeiras para vocês se divertirem um pouco enquanto nós preparamos mais noticias e diversão para vocês queridos leitores e moradores de Mekyo Word.

                  Jô - Ken - Pô




Não Clique Capítulo 1 - O Começo


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Racismo em Dragon Ball Kai: 4Kids muda a cor do Senhor Popo


Todo mundo sabe que a versão de Dragon Ball Kai exibida nos Estados Unidos (conhecida como Dragon Ball Z Kai) possui inúmeras edições, com o argumento de que série precisava ser adaptada para o público infantil. A contragosto, os fãs toleram que as cenas onde haja sangue sejam apagadas, mas e quando a censura passa dos limites e beira ao racismo?

(Video mostrando o Sr Popo totalmente azulado)
O episódio mais recente de Dragon Ball Z Kai, exibido pelo bloco Toonzai no canal The CW, causou uma grande polêmica devido a uma mudança na cor da pele de um personagem, neste caso, do “Senhor Popo”, que deixou de ser negro e ganhou uma péssima cor azulada. A responsável por isso foi a 4Kids, que adquiriu os direitos de exibição do anime para TV aberta e o exibe no Toonzai, juntamente com outras produções licenciadas pela empresa. Na TV paga, Dragon Ball Z Kai é exibido pelo canal Nicktoons. Este não é o primeiro caso de troca de cores em um anime, a 4Kids já havia feito a mesma coisa com o Pokémon Jynx, que era negro e depois ficou lilás, na tentativa de evitar polêmicas como essa. Anteriormente, o canal em questão, The CW (que exibe séries como Supernatural e Smallville), também foi acusado de ser racista. Em 2009 recebeu inúmeras queixas de telespectadores indignados com sua decisão de retirar da grade de programação, todas as séries que atores afros americanos participavam.

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Eternamente Yu Yu Hakushô

O primeiro grande sucesso do autor Yoshihiro Togashi teve sua versão animada transmitida pela primeira vez aqui no Brasil em março de 1997 na extinta TV Manchete, tendo uma exibição digna, sem cortes e em um horário acessível. YuYu Hakusho não atingiu o sucesso comercial esperado pela emissora (Mesmo contando com diversos elementos de uma verdadeira febre) e para piorar a situação, a série não foi exibida para todo o país, pois na época a emissora carioca estava passando por uma crise e perdeu diversas retransmissoras.

Ainda assim, as batalhas sobrenaturais de Yusuke ganharam uma base fiel de fãs, tornando-se um clássico da animação japonesa. YuYu aos poucos foi sendo esquecido, principalmente com o surgimento dos grandes “hits” da atualidade. Esse foi o maior erro de determinados otakus. Muita gente gosta dos animes atuais, como Naruto (Tá bom, muita gente odeia também), Death Note ou xxxHolic, e não posso discordar que alguns são bons. Infelizmente, os verdadeiros clássicos são deixados de lado. Particularmente, um clássico dos animes e mangás deve possuir todos os requisitos para ser um “exemplo” de série e DEFINITIVAMENTE, dos novos animes, poucos chegam a mostrar a que veio. YuYu preenche tudo o que é necessário, mesmo com pequenos defeitos, e para saber os motivos, leia a seguir!

Dados técnicos

O ano era 1990. Dragon Ball e Slam Dunk faziam um estrondoso sucesso na Shounen Jump, batendo recordes e mais recordes de vendas. No entanto uma verdadeira novidade estava prestes a estrear na terra do sol nascente: YuYu Hakusho, escrito pelo até então desconhecido Yoshihiro Togashi. O autor, anos mais tarde, conseguiu uma proeza ao lançar seu atual sucesso da Jump: Hunter x Hunter. São poucos os que conseguem emplacar duas séries numa mesma revista. Dizem que Togashi é preguiçoso, principalmente por causa do hiato de seu mangá mais novo, no entanto não sabemos se ele tem problemas de saúde, o que poderia justificar a paciência da Jump com ele, pois se fosse outro, com certeza já teria sido transferido para uma revista de diferente periodicidade, como aconteceu com Katsura Hoshino, autora de D.Gray-Man (Publicado no Brasil pela Panini).

O traço de YuYu é bem feio no começo do mangá, porém vai melhorando aos poucos e atinge a sua melhor fase na saga do Torneio das Trevas, com quadros bem trabalhados e cheios de detalhes. As lutas também são bem criativas, com golpes únicos e momentos épicos. Depois, durante a saga do Capítulo Negro, o enredo manteve o mesmo nível da saga anterior, só que os desenhos pareciam meros rascunhos, sem o esmero do começo do mangá e com a ausência de cenários, inclusive. Essa mudança ocorreu porque a editora obrigou que Togashi continuasse com o mangá, e como ele não gosta de trabalhar com pressão, os fãs é que saíram perdendo. Ao todo, a série teve 19 volumes encadernados no Japão e 38 aqui, uma vez que a JBC optou por lançar no formato meio tankohon.

Já o anime foi produzido pelo tradicional Estúdio Pierrot, famoso por animar Fushigi Yuugi, Blue Dragon entre outros. Dirigido por Noriyuki Abe, a versão animada estreou em 1992 na TV Fuji, disputando o primeiro lugar da audiência com animes como Dragon Ball Z e Doraemon. O desenho conta com uma animação estável e caprichada, o que é algo excelente, afinal o anime teve 112 episódios e nem sempre é possível manter um bom nível durante todo esse tempo. Na trilha sonora, o estúdio também fez um trabalho competente, tirando algumas BGMs que foram usadas de forma equivocada, fazendo com que um pouco de emoção de algumas cenas ficassem sem o clímax esperado.

Ainda tivemos uma dublagem acima da média, feita pela Áudio News, com um show de tradução e adaptação. Frases da época foram introduzidas nos diálogos e é simplesmente impagável ver Yusuke dizendo: “Muita calma nessa hora” e coisas do tipo. Aconteceu uma redublagem quando ia ser exibido pelo Cartoon Network, entretanto a nova dublagem superou a anterior, sendo que o único ponto negativo foi a música original na abertura e nos encerramentos (Elas não são ruins, mas devemos concordar que a versão dublada delas é nostálgica).

“Não conheci o outro mundo por querer!”


Sem dúvida, o grande mérito dessa franquia está na combinação perfeita dos personagens marcantes com uma história inteligente e envolvente, sem mencionar os toques de originalidade, coisa rara nos shounens atuais. Os personagens são simpáticos, com personalidades bem construídas e uma passado interessante. Nem mesmo os antagonistas são comuns, sendo que estes possuem algo peculiar, seja na sua personalidade ou poder. Quanto a história, para começar, acrescente um protagonista diferente do habitual (Um verdadeiro anti-heroi) que decidi salvar a vida de um garotinho. Com isso, Yusuke Urameshi acaba falecendo e o que parecia ser o fim, é na verdade o começo. Para época, foi algo inovador e com isso o mangá foi mostrando um grande potencial, mas o início é mediano.

Yusuke se torna um detetive espiritual e suas missões são divertidas, apresentam os personagens com calma, mas depois que o grupo está formado definitivamente (Junto com Kuwabara, Hiei e Kurama), tudo fica mais interessante. O Torneio das Trevas. Para muitos, um clichê ridículo, usufruído por 9 dentre 10 shounens. Tinha tudo pra ser chato, entretanto Togashi bolou um plot legal pra bendita competição. O vencedor do torneio tem o direito de desejar o seu prêmio e isso já é motivo suficiente para atrair rivais poderosos. O time Toguro é o principal inimigo e para não estragar futuras surpresas, só posso dizer que são os antagonistas mais carismáticos da série. Cada um tem uma personalidade distinta e um passado peculiar. Quanto as batalhas, estas são difíceis, com personagens evoluindo durante a competição e as coisas ficando mais densas a cada vitória. Enfim, surpreendente do início ao fim.

Para aqueles que preferem algo mais elaborado, a saga seguinte, Capítulo Negro, é mais do que obrigação. Lembra bastante Hunter x Hunter, pois aqui as batalhas não são frenéticas e algo mais inteligente é necessário para derrotar os novos adversários. O princpal vilão é Sensui, que é dotado de um senso de justiça admirável e um ódio terrível. Revelações importantes para o andamento do anime são feitas no fim dessa saga, deixando tudo em um ritmo alucinante. Eis que mais um clichê é utilizado: Novamente, um torneio.

Repetição. Essa palavra poderia definir a última saga de YuYu Hakusho, mas algo ainda mais espetacular do que o Torneio das Trevas poderia surgir. Novos personagens continuam sendo inseridos na trama, uma história interessante vai tomando forma e quando tudo prometia acabar de forma digna, Togashi resolve apressar as coisas e a saga do Torneio do Makai torna-se confusa. Poucas lutas emocionantes e um desfecho com sensação de “Poderia ter sido melhor…” torna essa saga a mais fraca de YuYu. Felizmente, o último episódio do anime nos dá uma vontade de assistir mais. Realmente, foi um término excelente, diferente de outros (decepcionantes) que a gente vê por aí.

Pequena recomendação:

Esqueça um pouco as novas animações e assista YuYu Hakusho sem medo! Ele te prende e o melhor: Não menospreza a sua inteligência, sendo que ainda tem inúmeras outras virtudes citadas acima. Séries assim fogem da mesmice, tornando o seu acompanhamento prazeroso. Ainda me arrisco a dizer que essa série é uma das melhores da década de 90, superando, inclusive, seus companheiros de Jump, ficando atrás apenas de Neon Genesis Evangelion.

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Shonen Vs Shoujo

De um lado do ringue, os sayajin de Dragon Ball, e do outro, as sailors de Sailor Moon. Aliado aos sayajin, temos os piratas de One Piece, os shimigami de Bleach e os samurais de Samurai X. Já do lado das sailors, temos a Card Captor, Sakura, as guerreiras de Pretty Cure e as gatinhas de Tokyo Mew Mew. Está declarada a guerra dos sexos no mundo dos animes! Brincadeiras a parte, a coluna Por Dentro do Assunto traz dois gêneros de animes e mangás que, de longe, são os mais queridos. Protejam as canelas, porque a porrada inter-animada vai começar!

Quem é macho assiste Shonen

Lutas de tirar o fôlego, sangue, decaptação, orgulho, honra, esportes, conflitos físicos e psicológicos: esses são os principais temas e adjetivos que se encaixam nos shōnen. Os shōnen são, sabidamente, uma grande potência quando os assuntos são sucesso e venda de produtos. Um a zero pros rapazes. Os sucessos ou as tais “modinhas” sempre vêm de alguma produção cujo gênero é shonen. Os Cavaleiro do Zodíaco, Dragon Ball, Yu Yu Hakusho e Naruto foram e são modinhas.

Por meio da internet, logo um shonen de sucesso no Japão fica conhecido pelo mundo e os fãs compram tudo que tem a cara dos personagens. Mesmo quem não gosta de animes de luta deve admitir que, graças a Os Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball no Brasil, foram exibidos mais animes e vendidos mais mangás. Apesar de os shonen citados dependerem de porrada, nem todos são farinha do mesmo saco. São exemplos de sucessos que não se apoiam em luta Fullmetal Alchemist e Death Note.


Os dois lados da moeda

Os mangás (mais frequentemente, os shonen) viram animes quando vendem bem e estão na sua melhor fase. Mangás costumam demorar anos para terminar, enquanto os animes se encerram em bem menos tempo. Quando os eventos do anime alcançam os do mangá, são criadas os tão odiados fillers, sequências de episódios criados só pra “encher” a história e lucrar com jogos, OVAs, filmes, live actions e brinquedos, além dos DVDs com episódios a mais. Isso traz aos shōnen a fama de serem longos.

Quanto mais capitulos no mangá, mais fillers tem o anime. Muitas vezes por pressão, os autores perdem o ritmo e os numerosos episódios tornam-se chatos. Obviamente, muitos fãs se irritam com o rumo que animês longos demais levam.

Em Naruto, Kishimoto que anda se perdendo, e, em InuYasha, Rumiko Takahashi havia se perdido, encontrando-se novamente só após muitos anos. Muitas vezes o mangá se encerra anos depois da serie animada, deixando o anime sem final ou com a história seguindo outro rumo e com um final diferente do mangá. No entanto, há animes que seguiram depois da série de TV, como o Inuyasha Final Act e o OVA da fase final de Samurai X.

Outro ponto negativo dos shonen é quando um autor “bebe da fonte” do outro. Quem viu Yu Yu Hakushô sabe os desafios que Yusuke passou para ser sucessor da mestra Genkai: uma competição para medir habilidades e niveís espirituais, atravessar uma floresta cheia de desafios e lutar um contra o outro. Agora, vejamos os desafios do exame Chūnin do anime Naruto: uma prova onde os ninjas mediar habilidades de conseguir informações, atravessar uma floresta cheia de desafio e lutar um contra o outro!

Amor e Shoujo

Muitos pensam que os shoujo não passam de novelas animadas, mas trazem muito mais do que romances bobos e lágrimas de graça. Os shoujos carregam o fardo de serem consideradas produções de enredo fraco e de história pouco atrativa. Por isso, muitos deixam de assistir a essas produções, especialmente nos cosplays. Só pela arte e pelos traços, os shoujo já merecem ser vistos. Japoneses já são caprichosos; mulheres, então… Cenários de tirar o fôlego e roupas que geram moda.

Os shoujos acabam prendendo mais a atenção que os shonen. A cada capítulo, coisas sutis mudam o curso da história. No caso dos shonen, intermináveis lutas, como a dos sayajin contra, cansam e enjoam o espectador. Um ponto positivo para os shoujo são seus personagens, mais explorados no coração do que no físico. Os personagens dos shoujo se apaixonam, são imperfeitos e passam por conflitos psicológicos, como o das Guerreiras Mágicas de Rayearth, por terem matado a princesa Esmeralda.

Além disso, nos shoujo temos os romances mais impossíveis: Sakura acha que gosta de Yukito, porém Yukito gosta de Tōya, irmão da Sakura; além disso, Sakura descobre gostar de Shoran, que já tem como pretendente sua prima e colega de Sakura, Mei. Os shoujos, infelizmente, não viram febres como os shonen, principalmente no Brasil. O último shoujo de considerável sucesso foi Sakura Card Captors, no começo dos anos 2000.

Muitos otakus sofrem preconceito por gostarem do gênero oposto ao seu sexo. O fato de rapazes acompanharem shoujo e vice-versa mostra que tais fãs têm a “mente aberta” e busca outros tipos de histórias, gêneros e conceitos. De qualquer modo, é evidente a mistura de gêneros, com mais ou menos intensidade. No caso de Naruto, Hinata gosta do protagonista, que gosta de Sakura, que gosta de Sasuke, que não gosta de ninguém. Qualquer semelhança com os românticos shoujos não é mera coincidência.

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Digimom - Como tudo começou

Qual a origem de Digimon? Apesar de muitos – ainda – pensarem que os Monstros Digitais nasceram para disputar com os Monstros de Bolso, é bom dizer que ambas as franquias começaram de forma paralela.”Digimon” surgiu muito depois da criação dos “Monstros Digitais”. Como isso é possível? Para entender o porquê dessa afirmação, é necessário voltar um pouco no tempo: Em 1967 nasceu Aki Maita, que com apenas 23 anos se tornou funcionária da Bandai.

Em 1995 ela foi responsável pela criação dos tamagochis (tamago =ovo, watch = ver/vigiar). Desde pequena Aki amava animais de estimação, além de ter um interesse em assuntos relacionado à inteligência artificial (é bom destacar que no final da década de 90 assuntos relacionados a novas tecnologias estavam em alta, e a criação de robôs, ou outros aparatos, com inteligência artificial, era uma das grandes ambições dos cientistas).

Os tamagochis (que nós chamávamos de Bichinhos Virtuais, e que virou febre no Brasil no final a década de 90) são monstros eletrônicos que vivem num pequeno dispositivo, prático para levar no bolso ou chaveiro. A principio você fica observando um ovo, que logo se torna um monstro pequeno, e à medida que você “cuida” dele, ele vai “evoluindo”, ou seja, cresce para uma outra forma (principio da digievolução). Apesar dos tamagochis serem um sucesso entre pessoas de todas as idades, ainda faltava algo para atingir 100% do mercado.

Os tamagochis eram mais populares entre as meninas, e para atrair os garotos, a Bandai resolveu fazer algumas mudanças criando assim tamagochis que pudessem lutar contra outros tamagochis, formando assim um jogo mais interativo. Nascendo assim os V-Pets, que não são nada mais que tamagochis que podem lutar entre si. E como já era de se esperar, os V-Pets ficaram muito famosos.

Eles serviram de inspiração para Tenya Yabuno criar um mangá de 44 páginas chamado “C’Mon Digimon”. Sendo a primeira vez que o titulo Digimon (Monstros Digitais) foi utilizado. Desenhado durante o verão de 1997, esse mangá não foi publicado (a história não teve nenhuma supervisão da Bandai). “C’Mon Digimon” narra a história de Kentarou, um garoto que quando pequeno foi salvo de um incêndio por seu cão Bun (que acabou morrendo). A partir de então Kentarou cresceu e se tornou um garoto revoltado, que detesta animais, mas algo muda quando ele encontra um V-Pet. Nesta história, Digimons são criaturas que apenas podem ser projetadas em hologramas. O mangá ficou guardado na gaveta por um bom tempo. Mas o conceito Digimon, iniciado por ele, foi aproveitado no ano seguinte de sua criação.

Em 1998, os mesmos autores, lançaram o mangá oficial “Digimon Adventure V-Tamer 01”. E é com este mangá que podemos afirmar que Digimon começou! A partir de então o nome V-Pet caiu em desuso e “Digimon” tornou-se oficial. Digimon V-Tamer foi lançado em novembro de 1998, na revista V-Jump. O protagonista deste mangá é Taichi Yagami, que foi inspirado em Kentarou de C’Mon Digimon, e conquistou a simpatia do público (tanto que foi reutilizado no anime Digimon Adventure). Porém, apesar de aparência e personalidade serem parecidas com o do anime, o Taichi de Digimon V-Tamer leva uma vida totalmente diferente. Em 1999 a história de Digimon V-Tamer tinha apenas 1 ano de existência, e nem dava sinal de que ia parar (o mangá terminou em 2003), e seria praticamente impossível criar um anime a partir dele…

Porém uns outros monstrinhos estavam fazendo sucesso mundialmente, com uma velocidade incrível… E a Toei naturalmente precisava de um título para rivalizar com o fenômeno Pokémon. A empresa então comprou os direitos do autor, e apesar de terem mantido o personagem Taichi Yagami como protagonista, mudou completamente a história de V-Tamer. No dia 6 de março de 1999, estreou nos cinemas japoneses um filme de 20 minutos chamado de Digimon Adventure, financiado pela Toei. A ideia foi fazer um preview do que estaria por vir a partir do dia seguinte na TV.

E no dia 7 de março estreou na televisão japonesa um anime de mesmo nome, que foi o pontapé inicial para o que veio a ser uma das maiores apostas da Toei e da Bandai: Digimon em anime. O sucesso foi tanto, que no ano seguinte fizeram uma sequência. Digimon Tamers, Digimon Frontier, Digimon Savers e o novo Digimon Xros Wars, continuam sendo baseados nos personagens originais de Digimon, e na história de V-Tamer e alguns outros mangas e games lançados… Porém podemos defini-los como “Universo Paralelo”, ou seja, eles não são sequência, cada série vê de uma forma diferente o Mundo Digital.

Fonte: ANMTV

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Chobits - Amor além do ser humano

Quem nunca “amou” algum objeto? Um ursinho de pelúcia ou então um bichinho virtual? Em Chobits o personagem Hideki se vê apaixonado por Chii, uma persocon. Mais o que é um persocon? Como amar algo que não é vivo? Todas essas questões se tornam reais e sensiveis ao olhar do quarteto de meninas do CLAMP. Descubra o divertido universo de Chobits a partir de agora:

História


Hideki é um jovem de 19 anos que mora no interior do Japão e, como sua idade sugere, ele presta o tão temido vestibular, porém, ele acaba por ser reprovado, decidindo se mudar para Tóquio para fazer um bom cursinho. Chegando à capital japonesa, Hideki conhece os persocons, robôs tão perfeitos que se assemelham aos humanos, fazendo tudo o que lhe é pedido e podendo carregar inúmeros programas em sua CPU. Hideki logo se interessa pelos persocons, mas como eles são muito caros — e como o custo de vida em Tóquio não é nada barato —, ele vê a necessidade de encontrar um emprego no bar-restaurante Yorokonde.

O botão de ligar


Logo Hideki sonha alto com sua persocon. Ele imagina o numero de sites onde poderia entrar: e-mails, jogos e certos tipos de sites. Curiosamente, um dos momentos embaraçosos que Hideki passa com Chii é ao ligá-la após ela ser encontrada: o botão de ligar a Chii fica onde seria sua parte íntima.

Personagens


Todos os personagens da trama tem alguma ligação com os persocons. Os personagens se sentem invejados, apaixonados e querendo saber até onde vai o limite de um persocon para com o ser humano. Será a capacidade de não poder amar? Se persocons não podem amar, porque Chii se sente tão atraída e ligada a Hideki? Se persocons não podem amar, por que eles causam tanto ciúmes em alguns humanos?

As histórias paralelas às de Hideki e Chii estão sempre envolvendo algum persocon, como o complicado caso de amor entre Yumi, companheira de trabalho de Hideki, e o dono da doceria onde Chii trabalha; Yuzuki, uma persocon criada a partir da falecida irmã de Minoru; a professora do cursinho, Takako, que foi “trocada” por um persocon pelo seu marido.

Entre os personagens persocons estão a divertida Sumomo, minipersocon de Shimbo, amigo de Hideki, e o misterioso casal Ziemma e Dita, programado para perseguir Chii.

A dona do prédio onde moram Hideki e Shimbo, a senhora Chitose Hibiya, esconde grandes segredos, e sua ligação com Chii só será descoberta no fim da série.

Ao longo da hitória, Chii tem visões de uma estranha persocon — ou melhor, não tão estranha assim, já que essa é idêntica a Chii. Esse alter-ego de Chii recebeu o nome de Freya ou Dark Chii, como a maioria a conhece. Para descobrir os estranhos mistérios que rondam a Dark Chii e a própria Chii, é preciso ver a série até o fim.

Finalizando

Chobits é mais uma obra de sucesso do grupo CLAMP, publicada entre 2001 e 2002 pela Kodansha. Chegou ao Brasil pela JBC em 2006 com 16 volumes, o dobro de volumes originais japoneses. A história caiu no gosto dos leitores devido a seu excelente visual e aos seus personagens carismáticos. Quem assistir a Chobits pode esperar boas risadas e muito divertimento, com uma trama romântica, mas apropriada ao público masculino.

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Animax oficializa a retirada dos animes em sua programação

Em janeiro, o Animax segue com a mesma programação de dezembro de 2010 sem nenhuma alteração. No entanto, como todos já sabem, o canal já anunciou que vai retirar todas as animações japonesas para dar lugar a programas ocidentais como séries americanas e realities shows.

Recentemente, a Sony divulgou seu tradicional vídeo anunciando as novidades da programação de 2011 para o Animax, o qual vem causando uma enorme polêmica entre o público por conta de uma brincadeira, vista por muitos como deboche contra os fãs de animes. O curioso é que tais propagandas não costumam ser veiculadas na TV.

No começo do vídeo são mostradas imagens de alguns animes exibidos, entre os quais, Hellsing, Black Jack, Hunter X Hunter, Fullmetal Alchemist, Mushishi, juntamente com a frase: “Removing Anime” (retirando animes) e “Removing Super Teen Content” (com imagens de cosplay) e no canto uma pequena lixeira aparece mostrando para onde vão os animes, dando lugar à frase “Adding exclusive programming” (adicionando programação exclusiva).

Se o começo já causou confusão, o restante do vídeo mostra os novos programas que virão a partir do próximo ano, inclusive os seriados que já comentamos por aqui, como Teen Wolf e Lost Girl. O público hispânico, o primeiro a ter contato com as imagens, ficou revoltado e não achou graça na piada infame. Com isso o Animax completaria sua evolução em 100% tornando-se um canal de conteúdo ocidental, como anunciado por Klaudia Bermudez-Key.

Outra pergunta ainda sem resposta é sobre a dublagem do anime Nodame Cantabile, cujas dublagens continuam acontecendo normalmente na Venezuela e Brasil. Ainda não se sabe se o anime vai aparecer no meio da programação ocidental (não seria a primeira vez que o Animax tomaria uma atitude contraditória) ou exibido dentro do site do canal.

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Bleach - Autor diz que mangá pode durar por mais 10 anos


O mangaká Tite Kubo aparentemente decidiu manter a série Bleach por pelo menos mais 10 anos, lembrando que o mangá estaria apenas na metade do caminho.

Os comentários do autor foram relatados no fórum 2ch, por pessoas que frequentaram a recente edição da Jump Festa. Kubo subiu ao palco para falar sobre sua criação: “Trata-se da metade da história nesse momento. No mínimo, estarei fazendo isso por mais 10 anos”.

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Termos frequentemente usados em animes.

Para quem está entrando de cabeça agora no universo anime já deve ter ouvido alguns termos em
chats de ICQ, mIRC ou bate-papos que lhe deixou intrigado como alguém colocando a palavra chan
após seu nome ou alguem chamando alguem de senpai e você se perguntando "Senpai??? Oh coitado
o cara não tem pai". Então para diminuir o seu possível mico resolvemos pôr algumas palavras em japonês seguidas de suas traduções. Também estamos colocando as traduções das palavras mais faladas em animes com suas traduções. Esperamos que este texto sirva de alguma coisa para você que não sabe o significado real destas palavras. Qualquer dúvida pergunte no fórum.

Palavras usadas após o nome. Ex: Yusuke-chan:
-Kun Para crianças, ou modo carinhoso de se chamar meninos.
-Chan Para crianças, ou modo carinhoso de se chamar meninas.
-San Para adultos, serve tanto para mulher ou homem.
-Senpai Para alguém mais velho e experiente.
-Sama Para alguém importante, como um rei ou um deus.
-Dono É a mesma coisa de "-San" mas usado por pessoas antigas.
-Bochan Usado para crianças ricas, geralmente usado por mordomo

Palavras usadas com significado de "Eu" (Referindo-se a si próprio):
Boku Usado por meninos.
Watashi Usado por mulheres e por homens.
Ore Usado por homens que se acham fortes.
Sessha Usado por antigos Samurais.
Ora A mesma que ore, só que com sotaque meio caipira :).
Washa Usado por pessoas de idade.

Algumas palavras comuns de se ver em animes:
Itadakimasu Falado antes de se comer, significa algo como "Estou me servindo".
Gochisousama Falado após se comer, significa algo como "Obrigado pela comida".
Oyasuminasai Boa noite!
Ohayo Bom dia!
Tadaima Usado quando se volta para casa, algo como "Cheguei!"
Ittekimasu Usado quando vai sair de casa, algo como "Estou saindo!"
Okaeri Usado quando alguém volta para casa, como "Bem vindo de volta!"
Iterashai Usado quando alguém vai sair de casa, como "Se cuide, até mais!"
Tomodachi Amigo.
Tomo Companheiro.
Gomen "Desculpe."
Arigato "Obrigado."

Outros:
Son Goku "Son Goku" vem do nome de um macaco de um conto chinês famoso no Japão, e não de Dragon Ball.
Teru-Teru bozu Um boneco feito de papel enrolado em uma bolinha e pendurado fora da casa, para que não chova.
Teru-Teru Bozu
Mazoku É uma mistura de Demônio com monstro
Youkai É uma mistura de monstros com fantasmas das lendas japonesas
Yaoi Refere-se ao estilo onde há romance entre homens, ou se preferir, gay. :)
Yuri Refere-se ao estilo onde há romance entre mulheres, ou se preferir, lesbica. :)
Otaku Pessoas fanáticos por animes. Existe também outras variações para otaku, onde pode ser otaku militar, otaku de manga, otaku de jogos, etc.
Hentai Nome dado para qualquer coisa que tenha pornografia com desenhos japoneses como jogo hentai, mangá hentai, imagem hentai, etc.
Mahou Shoujo Um estilo típico onde há uma garota que se transforma em uma Mahou Shoujo (garota magica) pra lutar contra monstros. Um bom exemplo é Card Captor Sakura.
Doujin É um mangá escrito por amador. Pode ser uma história original ou então um fan fiction de uma série.
H-Doujin Mesmo que doujin, só que é doujin hentai.
Light Novel Light Novel é um estilo de história ou livro, voltado para adolescente, misturando gêneros como ficção científica, fantasia, mistério e romance.
Mangá Nome dado para gibí japonês.
Siscon Significa Sister Complex, usado para personagem que ama a irmã.
Lilicon Lolita Complex, usado para personagem pedófilo.
Onii-chan Usado para chamar o irmão mais velho. Há várias variações como Onii-sama, Onii-san, etc.
Onee-chan O mesmo que Onii-chan, mas usado para chamar a irmã mais velha.
Kawaii Bonitinho. Usado pra dizer: Que lindo, fofo, etc.
Lovecome Pronuncia-se Labu-come. É um estilo com mistura de Love+Comedy, que significa comédia romántica. Um bom exemplo desse estilo é Love Hina.

Se você não encontrou uma palavra que você procurava, você também pode consultar tradutores online de de japonês.

Goo - Site em japonês. Traduz Inglês - Japonês e vice versa.

J-E Dict - Site em inglês. Traduz Inglês - Japonês e vice versa.

Jim Breen's WWWJDIC - Site em inglês. Traduz Inglês - Japonês e vice versa. Ótimo tradutor, recomendo!

Kotoba sagashi - Site em português. Traduz Português - Japonês e vice versa.

Terra Dicionários - Site em português. Traduz Português - Japonês e vice versa.

Babylon - Site em português. Traduz Japonês - Inglês.

Altavista Translator Site em inglês. Traduz inglês - Japonês e vice versa.

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Lei 156 -Governador de Tóquio fala sobre a nova regulamentação;

O governador de Tóquio, Shintaro Ishihara, falou sobre a nova regulamentação de animes e mangás promulgada nesta última semana, a qual ficou conhecida por lei “anti-lolicon”. O político fez alguns comentários considerados desagradáveis por parte de alguns otakus, aumentando ainda mais a polêmica que originou-se a partir desta nova medida. Quando questionado sobre seu apoio ao projeto de lei, Ishihara declarou:


“Eu não estou dizendo que as pessoas não podem desenhar essas coisas. Eu somente aprovei esta lei porque era sobre não expor estas coisas para crianças. Está claro que existem pervertidos neste mundo. Pessoas tristes com o DNA deformado.

Se a pessoa que possui esse gosto quiser ler ou desenhar este tipo de coisa e ficar excitado com isso, está certo por mim, realmente. Contudo, eu não acho que as sociedades orientais iriam tolerar isso por muito tempo. O Japão tornou-se muito desinibido. Mas vocês sabem, esta coisa é anormal, não é?”

Mais tarde na entrevista, o governador menciona ainda que eles não querem que crianças sejam capazes de entrar em contato com mangás que apresentam relações sexuais envolvendo crianças de colegiais.

Sendo assim, entra aí a Lei 156, que irá regulamentar todo e qualquer anime, mangá e outras imagens, que exibem atos sexuais exagerados e/ou situações pertubadoras de ordem social, como o estupro.

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A nova aprovação da lei - Um ponto de vista mais amplo sobre ela.

Era de se esperar que o anúncio e a aprovação de uma lei que irá restringir o conteúdo de animes e mangás distribuídos em Tóquio iria criar um certo rebuliço na blogsfera especializada brasileira. Apesar de nem todos terem feito posts sobre o assunto, muitos já comentaram o acontecimento através do twitter... já dá pra considerar uma certa repercussão no acontecimento. Porém, o que todo esse rebuliço gerou foram opiniões diversas… inocentes, confiantes, indiferentes… o que não falta é opinião sobre o assunto.
Decidi escrever um post sobre o assunto para que as pessoas possam saber qual a minha posição ou não com relação a esse assunto. Farei questão de explicitar os porquês pois acho que isso ajuda a quem for ler meu post formar sua própria opinião sobre o assunto. Lembrando que todos estão livres para concordar ou discordar. E que se quiserem deixar um comentário argumentando pontos que vocês acharam incorretos, ou dando mais base a coisas que vocês acharam corretas, sintam-se a vontade.
Para começar, gostaria de deixar claro o que é essa nova lei:

O Governo de Tóquio, e entendam que essa é uma medida válida unicamente em Tóquio (por enquanto), aprovou um projeto de lei que visava restringir materiais que contivessem cenas ou insinuações de atos sexuais ou não socialmente condenáveis, como estupro, incesto, suicídio, comportamento criminoso, banalização da violência, etc. Tais materiais seriam colocados nas prateleiras “para adultos” dos
estabelecimentos que atualmente vendem mangás.

Pois bem, para começar, gostaria que vocês prestassem atenção na palavra que eu usei acima: insinuações. Insinuar é dar a ideia de algo que não é na realidade, mas que é no plano subjetivo da coisa. Um exemplo é a relação de Kirino e seu irmão em Ore no Imouto. Em nenhum momento ela disse que gostava do irmão e nunca aconteceu nenhum contato romântico entre eles, mas quem assiste sabe que rola uma tensão sexual entre os dois. O grande problema disso é justamente “insinuar” ser algo subjetivo e por ser subjetivo está sujeito a interpretações. O que vocês me diriam se a justiça decidisse colocar One Piece na sessão 18+ pelo fato do Oda constantemente exagerar no tamanho do busto de algumas de suas personagens?



A importancia da classificação por faixa etária.

Outro ponto que eu gostaria de comentar é o caso do 18+. Algumas pessoas me falaram que não veem problema nisso. Que eles só vão colocar o material nas seções para adultos dos estabelecimentos, não vão parar de publicá-los. Aí eu peço que não sejam inocentes. O grande público consumidor de mangás no Japão ainda são as crianças, menores de 18 anos em geral. Mangás para esse público vendem (bem) mais que os voltados para um público adulto.
O primeiro efeito disso seria a fragmentação das antologias. A Shonen Jump, por exemplo, teria que se reestruturar, pois algumas de suas séries não seriam adequadas para o público-alvo, de acordo com a nova lei.
Depois, teríamos o problema com os tankobons (volumes encadernados). Ficando na categoria “adulta”, acabariam tendo uma queda na vendagem. O que isso causaria? Pense comigo: Você é um editor. Tem duas séries na sua frente pronta para serem serializadas. Uma estaria de acordo com a nova lei, a outra não. A que estaria de acordo com a lei teria previsão de venda para X, enquanto a outra teria Y, sendo X bem maior que Y. Em qual série você investiria? Acho que não preciso responder. Tal situação acabaria gerando um efeito bola-de-neve que culminaria com um número enorme de títulos politicamente corretos nas prateleiras enquanto os títulos “para adultos” seriam pouco divulgados.

Um terceiro problema seria o fato de que nem todos os estabelecimentos tem uma “seção para adultos”, o que faria a venda de materiais “impróprios” serem nulas.
Obviamente tudo isso vai depender de como a lei for aplicada e interpretada pelos governantes e, principalmente pelas distribuidoras e revendedoras. O primeiro-ministro do Japão já pediu cautela, a situação ainda não é tão calamitosa, mas é muita inocência acreditar que isso não se trata de uma forma de censura. Muito menos de que é uma decisão que não afetará em nada a industria. Se isso fosse verdade, as grandes editoras de mangá não teriam boicotado um dos principais eventos da industria, a Tokyo Anime Fair.

Eu sou contra todo e qualquer tipo de censura. Principalmente quando esta é imposta pelo Estado. Acredito que o que deveria haver no Japão é uma auto-regulação pelas próprias editoras e seus autores. Não é difícil de acreditar que mangás tão consagrados por nós hoje em dia se mostrassem contra essa nova lei. De cabeça me lembro logo de Death Note que, se já não tivesse tido muitos problemas dentro da própria Shueisha para ser publicado, ainda teriam que encarar problemas com a lei. Só de imaginar que por causa disso poderíamos não ter Bakuman hoje, fico extremamente receoso com essa lei. E caso resolvessem encrencar com as cenas do Goku apalpando inocentemente a Bulma no início de Dragonball?


POREM DEIXO CLARO QUE PARA OS LEIGOS QUE ME ENTENDEM, ESSA LEI NÃO VAI IMPEDIR QUE ANIMES SEJAM CRIADOS OU EXIBIDOS, O GOVERNO DO JAPÃO QUER APENAS SEPARAR OS ANIMES POR FAIXAS ETÁRIAS PARA QUE NÃO VENHAM CAUSAR PROBLEMAS NA SOCIEDADE JAPONÊSA.

Bem, é isso aí. Acabei escrevendo demais, pra variar, mas fiz isso porque gostaria de deixar bem clara a minha postura quanto ao assunto. Agradeço se você tiver lido até aqui.

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